Pesquisas

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Dispositivos experimentais para a cura do HIV: agentes, agenciamentos e devires.

KRIS HERIK DE OLIVEIRA – Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Financiamento: FAPESP.

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Há pouco mais de um década, médicos alemães anunciaram o primeiro caso de cura da infecção pelo HIV como resultado de procedimentos experimentais envolvendo transplantes de células-tronco. Desde então, foram relatados outros casos de cura, remissão de longo prazo da carga viral no corpo de pacientes e também falhas. Tendo em vista estes conjunto de acontecimentos, este projeto de pesquisa tem como propósito investigar as práticas médico-científicas que buscam a cura da infecção pelo HIV. A partir do levantamento e análise de documentos científicos, jornalísticos e autobiográficos, interessa: i) mapear os agentes, agenciamentos e devires que se emaranham às terapias; ii) promover relações entre os casos para pensar as materialidades, escalas, transformações ontológicas do corpo, e processos de doença e cura; iii) refletir sobre as especulações de um futuro sem epidemia de HIV/aids. Espera-se que a pesquisa possa contribuir criticamente e criativamente com a discussão sobre a cura do HIV e, de maneira mais ampla, ofereça subsídios teórico-metodológicos para investigações voltadas a outros dispositivos terapêuticos.

Maternidades Ciborgues, Inseminação Caseira e Tecno-experiências Lésbicas/Sapatonas nas Redes Sociais.

FLORA VILLAS CARVALHO – Mestrande no programa Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.

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As novas tecnologias reprodutivas têm tido papel essencial no processo de transformação das gestações e maternidades de lésbicas/sapatonas no Brasil, especialmente nas últimas duas décadas, e inserido uma série de novos atores e processos sociotécnicos nestes processos de concepção e maternares. Um destes processos em ascensão no país é o de inseminação caseira que inaugura por um lado um conjunto de possibilidades e resistências – principalmente para lésbicas/sapatonas pobres – e, por outro, uma grande diversidade de problemáticas sociopolíticas, especialmente no âmbito jurídico e de reconhecimento e legitimação social destas maternidades. À este fenômeno, junta-se também o papel marcante que as redes sociais e seus múltiplos agentes e tecnologias vêm exercendo na reconfiguração e formação destas maternidades, o que se reforça ao focarmos a análise nas inseminações caseiras, que têm boa parte de suas práticas mediadas por grupos no Facebook. O objetivo desta pesquisa, portanto, é de investigar as redes ciborgues e sociotécnicas que compõem este cenário na atualidade, por meio de um acompanhamento e análise de três destes grupos, de maneira a buscar compreender quais papéis as tecnologias digitais e médicas vêm cumprindo no que tange às maternidades de lésbicas/sapatonas no Brasil.

Nós mulheres pretas: Experiências com o telejornalismo no Brasil.

JACQUELINE DE CAMPOS MEDEIROS – Mestranda no programa Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.

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Os estudos que aqui compartilho tem principal interesse materializar através da escrita, experiências de nós mulheres negras dentro do telejornalismo brasileiro. E para a construção dessa narrativa, convido as jornalistas Joyce Ribeiro e Luciana Barreto, para compartilhar de suas vivências, e transcorrê-las junto à minha dissertação. Para além disso, buscamos nas teorias do feminismo negro uma melhor compreensão que abarca as subjetividades de nós mulheres negras, e estudos da comunicação. O percurso metodológico parte de uma pesquisa situada, onde escolho escrever sobre as jornalistas, entrecruzando minhas experiências em primeira pessoa. Neste sentido, o trabalho pretende abordar questões do racismo, representatividade das mulheres negras que ocupam espaços de poder na imprensa. Procurando entender as lacunas da atual estrutura jornalística dentre a dificuldade de acesso de outras jornalistas negras no telejornal brasileiro. Trago as autoras HOOKS (2019), CARNEIRO (2009), GONZALEZ (1965) para tratar de nós mulheres negras e representatividade, KILOMBA (2008) para analisar gênero, racismo e o silenciamento, MAIGRET (2010) para estudos das Mídias, REZENDE (2000) entre outros para tratar sobre o telejornalismo. Como resultados parciais, a pesquisa aponta que são muitas as barreiras raciais e sexistas que encontramos no percurso de nossas trajetórias. É possível notar também que o colonialismo, mesmo após o processo de emancipação, se reinventou, ocasionando estruturas violentas de dominação contra as mulheres negras. Todos os dias, uma jornalista negra é atingida por uma dessas violências dentro ou fora da redação. Apesar das constantes denúncias e reivindicações, continuamos sendo atravessadas pela dinâmica de dominação racial. Diante dessas perspectivas, mostro através dos casos estudados como existe muito trabalho a ser feito para que tenhamos um cenário mais inclusivo e diverso dentro dos telejornais brasileiros.

Terra de bruxa: Encontros antropológicos entre feminismo e ecologia.

MARINA BOHNENBERGER – Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.

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Desenvolvo uma investigação teórica e bibliográfica em torno dos possíveis encontros, conexões e alianças entre feminismo e ecologia. Parto da proposta de reler as ecofeministas, grupo de teóricas e ativistas que buscam associar as formas de dominação das mulheres com as formas de degradação da natureza, cujas propostas geraram controvérsias diante de outras vertentes do feminismo, especialmente pela associação simbólica que fazem entre feminino e natureza. A pertinência dessa releitura é a necessidade de insistir no debate sobre o par natureza-cultura dentro dos feminismos, debate que perpassa não apenas a questão ambiental, mas todo esquema de mundo capitalista. Paralelamente, novos estudos a respeito da relação entre humanos, ambientes e outras formas de vida têm destacado que as relações interespecíficas e com os ambientes antecedem os organismos solitários, apostando na ideia de vida como uma rede de emaranhados e co-dependências que põem em xeque a separação entre mundo natural e mundo humano. Esses estudos, engajados com proposições políticas, centralizam uma crítica às formas modernas de concepção das relações com “a natureza” baseadas na excepcionalidade humana, e revelam a profunda relação que há entre a degradação planetária e as formas de exploração e dominação neocoloniais e capitalistas. Retomar as ecofeministas (às quais se somam novas expressões de feminismos da terra e decoloniais) e explorar as alianças entre suas teorias e os avanços dos estudos ambientais e ecológicos é o objetivo que persigo, compondo a urgência de politizar a relação entre modos de conceituação e modos de existência em prol de formas mais justas de habitar a Terra.

Vazando: o (que) fazer da menstruação. Uma procura pelo corpo na produção de conhecimento antropológico.

CLARISSA RECHE NUNES DA COSTA – Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Financiamento: CNPq.

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O corpo tem um lugar privilegiado nas preocupações antropológicas desde a consolidação desta disciplina como ciência e do estabelecimento da etnografia, seu método de pesquisa por excelência. O tema deste projeto de pesquisa é a presença do corpo de quem pesquisa na produção do conhecimento científico antropológico a partir da análise etnográfica de trajetórias profissionais, focando em experiências menstruais ocorridas durante trabalhos de campo etnográfico em pesquisas etnológicas. Pretendo escavar os sussurros, murmúrios, meias palavras e silêncios que são tão comuns em nosso aprendizado sobre como deve ser a experiência da menstruação, e transformar as conversas de corredores, causos e histórias que mal passam entre os dentes em material de pesquisa. A potência deste movimento está em fazer pensar sobre práticas científicas de produção de conhecimento a partir um caráter interdisciplinar e de uma crítica feminista, afim de construirmos protótipos de objetividades e produtividades que nos interessem. Para tanto, realizarei uma etnografia junto à antropólogas que será composta pela leitura e análise das etnografias produzidas por aquelas, narrativas biográficas sobre as experiências (entrevistas), experimentações com diários de campo e diferentes expressões das trajetórias profissionais, buscando responder à questão: se e como a experiência de menstruar em um contexto de encontro etnográfico é expressa no modo como se produz conhecimento antropológico?

Vida, escrita e transbordamentos: biografias e etnografia do Rio Piracicaba.

FERNANDO MONTEIRO CAMARGO – Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Financiamento: CNPq.

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O que orienta esta pesquisa é a possibilidade de ampliar as associações que dizem respeito ao humano. Dessa forma, o percurso do Rio Piracicaba surge como ?rio condutor? de relações de mundos que se encontram, disputam e compõem sua biografia. Os encontros são com ?seres vivos?, ?seres sobrenaturais?, substâncias, elementos topográficos, atividades econômicas, produções científicas, projetos de desenvolvimento do estado e de particulares e os desdobramentos na arte, religião e lazer. A relação dessa etnografia, portanto, é com o transbordamento da vida do rio Piracicaba nos múltiplos mundos que tecem sua biografia. Diante disso, poderia o rio Piracicaba, escutar-me durante minhas caminhadas em suas margens? Poderia ele ouvir minhas conversas sobre as vidas e encontros que tecem a textura de seu próprio mundo? Saberia ele de minhas motivações e de meus interesses sobre sua vida? E, se ele me escuta, será que teria escutado também as disputas travadas entre os bandeirantes e os índios payaguas sobre seu leito? Ouviria ele os sussurros e segredos dos pescadores em suas margens ou ainda as promessas dos devotos do Divino Espírito Santo? E se ele nos escuta, como interfere, dialoga, responde ou reivindica esses múltiplos mundos? Resistiria ele à instalação de barragens em seu leito que tentam controlar a dinâmica de suas águas? Escutando ou não, falando ou não, a questão é que ele atua participando da composição de um mundo a partir dos encontros entre outros mundos diferentes. Que histórias o rio Piracicaba poderia nos contar? Como fazer vazar as existências para as resistências do rio Piracicaba?

• Concluídas

Um novo capítulo para velhos problemas: o compartilhamento online de experiências e o uso da pílula anticoncepcional.

CAMILA PISSOLITO – Mestra no programa Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.
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A pesquisa propõe discutir como a percepção dos efeitos colaterais dos hormônios contraceptivos no corpo das mulheres, auxiliada pelas ferramentas de comunicação digital, tem impulsionado a discussão em torno da pílula. Partindo do engajamento de pessoas que relatam os efeitos colaterais causados pelo fármaco, encontradas através da página de Facebook “Vítimas de Anticoncepcionais. Unidas a Favor da Vida”, procuro situar suas motivações e propósitos, da perspectiva dos estudos sociais e feministas da ciência e da tecnologia. Pretendo analisar se e como as redes sociais digitais influenciam na decisão do método contraceptivo, colocando em questão o jogo hierárquico entre médico e paciente.

Imprensa feminista na internet: um estudo dos sites AzMina e Lado M.

CAROLINA BUSOLIN CARETTIN – Mestra pelo programa Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.
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As mudanças tecnológicas têm a capacidade de promover alterações em esferas da sociedade, ao mesmo tempo em que são moldadas por ela, inclusive nos movimentos sociais e imprensa. O feminismo, nos últimos anos, utilizou e ajudou a construir tais tecnologias para se organizar nas redes sociais e também no espaço físico. Apoiando-se nos conceitos de objetividade feminista de Haraway (2009) e feminist standpoint de Collins (1997), o objetivo da pesquisa é refletir sobre o perfil de quem produz conteúdo jornalístico feminista na internet e, a partir da interseccionalidade (CRENSHAW, 1991; AKOTIRENE, 2020), analisar os textos publicados nos sites Lado M e AzMina no segundo semestre de 2018. Utilizo a metodologia dos estudos de caso, com entrevistas individuais e coleta de dados a partir de questionário aplicado às autoras.

Inteligência Artificial no DSPCom: Uma etnografia do processo de desenvolvimento e potencialidades dos métodos.

MATEUS VICENTE – Graduado em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas.Financiamento: FAPESP.

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Essa pesquisa de iniciação científica é continuidade da pesquisa etnográfica: A lógica tecnocientífica e a produção de inteligência artificial na Unicamp: Agentes e processos. O objetivo é acompanhar o processo de construção, desenvolvimento e produção da inteligência artificial a partir de dois projetos de pesquisa de mestrado e doutorado selecionados por mim, do Laboratório de Processamento Digital de Sinais para Comunicações (DSPCom), da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp.
A etnografia tem como intuito adentrar no universo codificado e técnico da inteligência artificial desses projetos, a fim de acompanhar como seus métodos são mobilizados e o que informam – as influências na definição de problemas, o esboço, a criação de soluções e suas potencialidades metodológicas exploradas. Além disso, busco observar com mais afinco relações de analogia e potencialidades entre o cérebro e a máquina, as relações entre produções tidas como “puramente acadêmicas” e as voltadas especificamente para o “mercado”, como definidas em campo na primeira fase do trabalho.

Presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner: enquadramento de gênero e política nas imagens e manchetes nas capas dos jornais Folha de S. Paulo e Clarín

ADRIANA SILVESTRINI – Mestra pelo Programa Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas. Financiamento: Capes.
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A América Latina, desde 1974 até 2022, teve 13 Presidentas. Entre os 21 países que pertencem ao bloco, 11 já foram governados por mulheres eleitas ou interinas. Esta pesquisa se concentra nas Presidentas Dilma Rousseff no Brasil e Cristina Kirchner na Argentina. O objetivo principal da pesquisa é investigar e analisar o enquadramento de gênero e de política que os jornais Folha de S. Paulo e Clarín deram às manchetes e imagens nas capas relacionadas a estas governantes e seus mandatos. Dilma Rousseff ganhou as eleições em 2010 e 2014. Cristina Kirchner venceu nas urnas em 2007 e 2011. A pesquisa apresenta dois recortes específicos de investigação. O primeiro abarca as capas das coberturas jornalísticas dos dias das vitórias nas eleições presidenciais e das cerimônias de posse das Presidentas. O segundo recorte mostra as capas dos 10 primeiros dias e dos 10 últimos dias de ambos mandatos das duas Presidentas. O estudo também faz uma análise adicional das capas dos Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner, respectivamente, os antecessores delas. A proposta é apresentar um contraponto empírico com homens do mesmo espectro político, na mesma situação temporal e utilizando os mesmos jornais brasileiro e argentino. Os elementos, textual e visual, da capa são analisados por meio das metodologias de Análise de Discurso de linha francesa e o enquadramento de mídia com base no pensamento da filósofa Judith Butler. De acordo com o recorte temporal estabelecido, foram coletadas e observadas 154 capas dos jornais brasileiro e argentino. Os critérios para selecionar as capas analisadas foram: imagem da Presidenta, citações na manchete e/ou na legenda da fotografia. As palavras válidas na manchete e/ou na legenda foram: nome completo, primeiro nome, sobrenome de cada governante ou as palavras “Presidenta”, “Presidente” e “Presidência”. Com base nesses critérios chegou-se ao corpus definitivo de 60 capas, apresentadas e analisadas neste estudo.

Tecnopolíticas Corporais: Análise das narrativas sobre células mesenquimais e terapia celular.

BRUNNO SOUZA TOLEDO PEREIRA – Graduado em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas.Financiamento: FAPESP.

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No ano de 2019 e 2020, através do meu projeto de iniciação científica no PIBIC-SAE “Divulgação científica e terapia celular: um enfoque sobre as narrativas sobre células mesenquimais e sangue menstrual”, pesquisei sobre a divulgação científica das pesquisas com terapia celular e sobre o uso do sangue menstrual em pesquisas científicas e em procedimentos biomédicos como a terapia celular. A partir desse trabalho, elaborei um banco de dados em que organizei, de forma detalhada, as pesquisas sobre divulgação científica com terapia celular disponíveis nas plataformas Banco de teses e dissertações – CAPES; Scielo; Revista Fapesp; Revista Faperj; Minas Faz Ciência. O banco de dados construído nessa investigação consiste no agrupamento de pesquisas acadêmicas, artigos e reportagens relacionadas à divulgação científica sobre terapia celular e sobre as células tronco do sangue menstrual. Nele estão separados os arquivos, em formato PDF, juntamente com uma planilha que funciona como catálogo das pesquisas selecionadas. Nesse catálogo, os artigos, reportagens e pesquisas científicas estão organizadas por seus títulos, pelo nome dos pesquisadores, pela data de publicação e pelas instituições a que estão vinculadas. A investigação proposta neste projeto pretende, a partir desse material já levantado e organizado, e a partir dos estudos e publicações originadas pela pesquisa acima citada, continuar contribuindo para os estudos antropológicos associados à Comunicação, Divulgação Científica e Tecnológica, analisando em parte esse material. Dessa forma, pretendo também contribuir para a pesquisa em andamento “Corpo, gênero e tecnociências: as ‘células-tronco’ do sangue menstrual”, coordenada por Daniela Manica.